A Grã-Bretanha saiu da recessão no quarto trimestre de 2009, mas com uma taxa de crescimento mais fraca que a esperada, segundo dados divulgados nesta terça-feira (26) pelo Escritório Nacional de Estatísticas do país, sugerindo que qualquer aperto monetário está longe de ocorrer.
A economia do Reino Unido cresceu 0,1% no quarto trimestre de 2009, em comparação com o terceiro trimestre do mesmo ano, e saiu de uma recessão que havia começado no segundo trimestre de 2008. Em relação ao quarto trimestre de 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido caiu 3,2%. No acumulado de 2009, o PIB teve uma contração recorde de 4,8%.
O resultado do trimestre ficou bem abaixo das expectativas de analistas, que previam alta de 0,4% no PIB, depois de 18 meses de recessão que diminuíram a produção em 6%. Em janeiro, economistas consultados pelo Tesouro do Reino Unido previam que a economia cresceria 1,4% neste ano, após ter registrado contração de 4,7% em 2009. Em dezembro, o Tesouro havia previsto que a economia crescerá 1,5% neste ano e entre 3% e 3,5% em 2011.
O Banco da Inglaterra (BoE, o banco central inglês) alertou, porém, que a recuperação provavelmente será lenta e frágil, considerando os obstáculos no sistema bancário e a necessidade de reduzir os altos níveis de dívida do setor público e das famílias. Nesta terça, Brown afirmou que seu governo não vai começar a cortar os gastos públicos neste ano, argumentando que os esforços para isso colocariam em risco a recuperação.
Embora a mais severa recessão desde a Segunda Guerra Mundial possa ter acabado, seu impacto vai durar algum tempo. A taxa de desemprego deverá continuar aumentando nos próximos meses, assim como as falências de empresas.
Sucessão
Embora a saída da Grã-Bretanha da recessão possa melhorar a confiança do consumidor, a fraca recuperação provavelmente ainda irá pesar nas chances do primeiro-ministro Gordon Brown de vencer as próximas eleições parlamentares. Ainda que Brown argumente com frequência que suas decisões ajudaram a Grã-Bretanha a contornar a tempestade global, o Reino Unido foi a última das grandes economias a sair da recessão.
Muitos analistas estimam que o Banco da Inglaterra interrompa seu programa de 200 bilhões de libras em compra de ativos no próximo mês, mas os dados desta terça-feira devem elevar as expectativas de que qualquer alta nos juros ante a atual baixa recorde ainda esteja longe.
Com informações da Agência Estado, Reuters e France Presse
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