O chefe da General Motors (GM) na Europa, Carl-Peter Forster, anunciou que o plano de saneamento da Opel contempla, além da solicitação de ajudas estatais, o corte de mais 3.500 postos de trabalho e reduções salariais.
 

 

"Deveremos suportar novos cortes na receita. Além disso, será necessário contar com a redução de, esperemos, não mais que 3.500 postos de trabalho", assinala Forster, em declarações ao jornal alemão Bild.

 

Na entrevista, o executivo se mostra favorável a que os quatro estados alemães onde há fábricas da Opel adquiram capital da empresa, de modo a garantir sua sobrevivência.

 

Forster ressalta ainda que a "GM tem grande interesse na independência da Opel e está disposta a ser flexível no reordenamento da propriedade da empresa".

 

Apesar da crise, a Opel se tornou a segunda marca que maior número de veículos vende no mercado alemão, com 22 mil negociados em fevereiro e um aumento de 4,2% frente ao mesmo mês de 2008.

 

estadao.com.br

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