Mãe de cinco meninas em idade escolar, a faxineira Maria do Socorro Pereira Coutinho, de 33 anos, no Bolsa Família desde 2007, recebe R$ 230 por mês do programa. Moradora de Palmeiras, povoado na zona rural a 30 quilômetros da zona urbana de Teresina, conta que rejeitou o emprego de babá ganhando salário mínimo com carteira assinada. Acha o Bolsa Família melhor do que o emprego formal porque precisa ficar com as filhas:
— Para trabalhar como babá, é preciso trabalhar o dia todo. Se é para cuidar dos filhos dos outros, cuido das minhas filhas com o dinheiro do Bolsa Família e do que ganho como diarista.
Com três filhos e esperando o quarto, a pernambucana Patrícia Maria Leite, de 26 anos, é beneficiária do Bolsa Família há cinco. Nesse período, teve só um emprego formal, como balconista. Hoje, trabalha na informalidade, montando barraca em festas nas ruas do bairro do Recife Antigo, onde mora. Diz que a informalidade lhe dá mais condições de se adequar aos horários das crianças:
— Com o Bolsa Família, compro o alimento. Se não fosse ele, eu estaria na rua.
Oglobo
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