As entidades Minha Jampa, Projeto Público e Movimento Acredito Jampa questionaram na Justiça como a população será ressarcida durante os 26 dias que as novas tarifas de ônibus de João Pessoa vigoraram sem o decreto assinado do prefeito Luciano Cartaxo. O embargo de declaração foi ingressado ontem à tarde na 2ª Vara de Fazenda Pública da Capital.
Na última sexta, a juíza Silvanna Cavalcanti concedeu uma liminar anulando os efeitos da portaria assinada pelo superintendente de Mobilidade Urbana de João Pessoa, Adalberto Araújo, que autorizou o aumento das passagens.
No entendimento da magistrada, apenas o prefeito, por meio de um decreto, teria competência para conceder o reajuste. No mesmo dia, em caráter extraordinário, o prefeito publicou um decreto ratificando a decisão do Conselho de Mobilidade Urbana, que aprovou as novas tarifas em R$ 3,95, no dinheiro, e R$ 3,80 com o cartão Passe Legal. O documento foi publicado com efeitos financeiros retroativos a 13 de janeiro, dia em que os valores entraram em vigor.
A juíza Silvanna Cavalcanti afirmou que “com essa publicação, o vício de competência foi sanado”. Ou seja, os valores reajustados continuam válidos. Com o embargo de declaração, as entidades esperam que a juíza se manifeste em relação aos dias que a população pagou pelos novos valores sem a publicação do decreto.
Redação
Garanta um desconto especial na sua certificação digital no Juristas Certificados Digitais
Em celebração ao Dia Nacional dos Animais, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de…
Uma operação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou 175 trabalhadores em situação análoga…
Um homem foi preso nesta quarta-feira (11) no município de Princesa Isabel, no Sertão da…
A coluna Radar da Revista Veja, trouxe nesta semana uma análise da empresa Ativaweb, do…
Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta quarta-feira (11), o senador paraibano Veneziano Vital do…
O deputado estadual Branco Mendes admitiu, nesta quarta-feira (11), que está avaliando seu futuro político…