BRASÍLIA E SÃO PAULO – O setor industrial brasileiro reagiu com surpresa e preocupação à notícia de que o Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)será incorporado por um superministério formado pelas pastas da Fazenda e do Planejamento . Isso porque alguns dias antes da eleição, uma comitiva de empresários que esteve na residência do então candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, saiu de lá com a certeza que o órgão seria preservado. 

Em nota, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, reiterou que a entidade é contrária à extinção do MDIC e advertiu que a excessiva concentração de funções em um único ministério reduzirá a atenção do próximo governo a temas cruciais para as empresas brasileiras.

– Tendo em vista a  importância do setor industrial para o Brasil, que é responsável por 21% do PIB nacional e pelo recolhimento de 32% dos impostos federais, precisamos de um ministério com um papel específico, que não seja atrelado à Fazenda, mais preocupada em arrecadar impostos e administrar as contas públicas – afirmou Andrade, acrescentando que a indústria gera cerca de 10 milhões de empregos no país e é responsável por 51% das exportações nacionais.

O Globo

 


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