Chegou ao fim, após cinco anos, a celeuma entre a Aerolineas Argentinas e Zeca Pagodinho. O sambista teve sérios problemas com a empresa no retorno de uma viagem de férias em família, de Bariloche para o Rio, em 2008. Entre as queixas, estavam um atraso de quatro horas para a decolagem do avião, além de uma espera de duas horas durante uma escala em Buenos Aires sem que os passageiros pudessem descer da aeronave, que tinha o banheiro lacrado.
Amparado pelo advogado Sylvio Guerra, Zeca processou a companhia. Em 2009, a empresa já havia sido condenada a pagar R$ 10 mil ao cantor, mas seu advogado recorreu, solicitando um valor maior. No ano seguinte, então, a Aerolineas foi condenada a pagar R$ 30 mil de indenização ao cantor, porém, não havia feito o pagamento.
Sylvio Guerra, então, requereu penhora de bens móveis do escritório da empresa no Rio de Janeiro, além de carros da companhia aérea. O juiz Alexandre Felix, da 51ª Vara Civel, deferiu o pedido. A empresa preferiu não penhorar seus bens e decidiu pagar com juros e correção o valor de R$ 56 mil.
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