Reaberto no dia 24 de maio, após um ano fechado para a execução de obras de revitalização, o Monumento Natural Vale dos Dinossauros já celebra a marca de 10 mil visitantes em menos de dois meses de funcionamento.
Sob a coordenação da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), o Vale recebeu R$ 1,2 milhão através de parceria do Governo do Estado com a Petrobras. O dinheiro foi investido em melhoria da infraestrutura e aquisição de equipamentos para o museu instalado no local.
Em sua primeira semana de funcionamento após a reforma, o Vale dos Dinossauros registrou a visita de cerca de 2.300 pessoas.
Já no decorrer do mês de junho, mais de 5.600 pessoas visitaram a Unidade de Conservação, localizada há pouco mais de 7 km do centro do município de Sousa, no Alto Sertão do Estado.
No decorrer desta semana, o Monumento Natural ultrapassou o número de 10.600 visitantes no total acumulado desde a reabertura.
Revitalização – As obras incluíram a reforma do museu, climatização do local, reestruturação do espaço de exposições, auditório, escritórios e banheiros, urbanização da área externa, com delimitação das vagas de estacionamento para carros, motos, ônibus e vans, além do calçamento das trilhas e reforma das passarelas e mirantes, sempre respeitando as normas de acessibilidade. Todos os espaços do Vale também receberam placas indicativas para guiar o visitante durante o passeio.
Capacitação – Com a reabertura do Vale, a população terá acesso a cursos de capacitação para atuar em parceria com a Unidade de Conservação.
As oficinas estão sendo formatadas e serão voltadas para fortalecimento do artesanato local, qualificação do serviço de monitoria das atividades de visitação e para a promoção de oportunidades de trabalho por meio de prestação de serviços no Monumento.
Registro histórico –Funcionando de terça-feira a domingo, das 8h às 17h, o Monumento Natural Vale dos Dinossauros é um dos principais sítios paleontológicos do país e atrai a atenção de pesquisadores e turistas de todo o mundo pela grande quantidade de icnofósseis (pegadas) presentes nos 40 hectares da Unidade de Conservação.
Com registro de quatro diferentes espécies, o monumento preserva os vestígios dos animais que habitaram a bacia sedimentar de Sousa há cerca de 165 milhões de anos.
Redação
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