Terminam nesta segunda-feira o VI Senabraille – Seminário Nacional de Bibliotecas Braille e o II Seminário Latino Americano Y Caribeño de los Servicios Bibliotecarios para Ciegos Y Debiles Visuales. Os eventos, que vem acontecendo desde a última sexta-feira, no Auditório da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba, reúne deficientes visuais e representantes de serviços bibliotecários de todo o Brasil, além de participantes de outros 12 países latino americanos.
Segundo Marilia Guedes Pereira, coordenadora Comissão Brasileira de Acessibilidade à Informação para os Portadores de Deficiência/FEBAB, os eventos proporcionaram aos participantes um importante momento para conhecimento e intercâmbio de experiências e idéias de países da América Latina e Caribe, visando o aperfeiçoamento e o fortalecimento dos serviços bibliotecários para os deficientes visuais e de baixa visão.
“Ao longo da programação vivenciamos saudáveis discussões dos representantes da América Latina y Caribe e de especialistas do primeiro mundo, no sentido de facilitar um diálogo internacional aberto e abrangente sobre novos ângulos estratégicos e temas de estudo”, destaca Marília.
Os seminários estão sendo promovidos pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (Febab) e pela Comissão Brasileira de Acessibilidade à Informação para os Portadores e Bibliotecas Braille & Comunitárias. O apoio para realização do evento veio também de Cientistas da Informação e Instituições como a ONG Bibliotecas Braille & Comunitárias, Construindo a Cidadania, contando com o apoio institucional da Universidade Federal da Paraíba e o Rotary Internacional. Os patrocinadores são o Ministério da Cultura e a IFLA – Programa de Biblioteconomia.
“Diante do cenário mundial, onde a inclusão digital e o desenvolvimento de políticas são fatores preponderantes que tornam imprescindíveis a organização e o acesso à informação, um dos principais desafios para os países e instituições é a Acessibilidade Digital para Cegos e as Pessoas de Baixa Visão. Espera-se dessa forma, contar com a participação de profissionais e organizações envolvidas com a questão dos serviços bibliotecários para acessibilidade na sociedade contemporânea da América Latina e Caribe”, avalia Marília Guedes Pereira.
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