Santíssima Trindade, Mistério de Amor.
Na dinâmica do calendário litúrgico da Igreja, ao reiniciar o curso do Tempo Comum, temos a alegre e agradecida solenidade da Santíssima Trindade. O Deus uno em essência e natureza e trino em pessoas. Um só Deus em três pessoas distintas de igual dignidade, glória e categoria: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Não obstante o mistério de Deus sempre superar a mente humana, a fé pode dar-lhe alcance. Mas de onde brota a fé, senão da Palavra de Deus? Portanto, dirijamos a ela a nossa atenção, afinal como diz Paulo em Romanos 10,17: “A fé provém da pregação e a pregação se exerça em razão da palavra de Deus”.
O Deus revelado por Jesus Cristo, imagem visível do mesmo, embora transcendente, não é distante e inacessível, mas próximo do homem. O profeta Baruc dirá; “O nosso Deus foi visto nesta terra e conviveu com os homens” (Br 3,38). Jesus é o Emanuel, Deus conosco e como antecipação dessa plena luz da revelação evangélica, no Antigo Testamento temos diversos episódios que ilustram essa proximidade divina como no deserto, quando Deus conduzia o seu povo e a Ele “Deus misericordioso e clemente, paciente, rico em bondade e fiel” Moisés faz três pedidos: perdão, caminha conosco e acolhe-nos como propriedade vossa e Deus atende, perdoa a idolatria, renova a aliança e toma-o como herança e os acompanha na caminhada na nuvem e na tenda. (Ex 34,4-9).
Para nós que vivemos na plena luz da revelação do Novo Testamento o Deus de nossa fé e religião é este mesmo Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Deus de Amor e de Paz (II Cor 13,11). A partir da encarnação de Jesus, filho do Pai, Deus é compreendido e definido em referência a Cristo que é imagem e revelação sempre atual do Deus uno e trino.E tudo na vida cristã, desde o batismo, passando pela Santa Missa e até nosso ocaso, as exéquias dos fies defuntos é envolvido e feito em nome e para glória da Santíssima Trindade. Como ilustração simples, a Santa Missa, desde o princípio começa com uma saudação bíblica, trinitária: “A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus nosso Pai e a comunhão do Espírito Santo esteja convosco” (II Cor 13,13).
A nossa própria salvação é uma ação trinitária e às vezes vemos pelas ruas em pichações e adesivos um reducionismo e um atentado ao Evangelho com frases do tipo “Só Jesus Cristo salva!”. Meia verdade, sofisma, confusão. Quem nos salva é a Trindade toda e desta obra participa toda a Igreja, Corpo de Cristo Jesus. “Deus amou tanto o mundo, que enviou seu filho unigênito, para que não pereça todo que nele crer, mas possua a vida eterna”. O Pai eterno motivado pelo amor, objetivando nossa salvação envia seu filho que nos redime e o Espírito que continua sua missão através da Igreja, sem a qual não somos ordinariamente salvos.
Criado à imagem e semelhança de Deus, o homem só pode ser compreendido a partir de Deus. O sentido de sua existência, a razão de ser está em Deus. A referência primeira e última da criatura é o criador. Por isto uma relação orante com a Santíssima Trindade, não apenas com o Divino Pai Eterno, mas também como Divino Filho e Divino Espírito Santo é de se esperar natural e imprescindível. Lembrando sempre que a comunhão com Deus manifesta sua autenticidade nas relações com o próximo. “Se alguém disser, amo a Deus, mas odeia seu irmão, é mentiroso” I Jo 4,20. Gloria Patri, et Filio, et Spiritui Sancte.
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