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RESENHA – “Paulo, Apóstolo de Cristo”

Cristãos amarrados em postes, queimados vivos, iluminando as ruas de Roma durante o império do louco Nero.

Os cristãos são uma ameaça, são estranhos, não adoram as divindades pagãs, logo, são acusados de incendiar bairros romanos, porém, todos sabem que esta foi uma acusação injusta.

O filme remonta a perseguição na década de 60dC. Alguns cristão começam a desanimar e são fortalecidos por outros. Enquanto isso, Paulo está preso e é visitado constantemente por seu amigo Lucas, que quer registrar em papiros o início da igreja primitiva e influência dos apóstolos.

Vale deixar claro que o filme não é biográfico e está preocupado em transmitir a vitória dos cristãos sobre as aflições e sofrimentos por amor a Jesus.

Paulo está velho, debilitado fisicamente (o filme mostra os ferimentos em sua carne).
Lucas e Paulo possuem uma amizade forte e inspiradora. Paulo, diversas vezes, relembra de sua vida como perseguidor. Lembra-se até de Estevão.

Paulo sabe que são os últimos dias de sua vida e tem oportunidade de pregar a membros da guarda romana (um bom enredo é criado para ilustrar esse momento, com a figura de um prefeito chamado Maurício).

O fim do filme é de arrancar lágrimas.

 

do Brother Bíblia Arte

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