A decisão da Record de apertar os cintos atingiu em cheio o bolso de alguns funcionários.
Com a determinação do fim das horas extras em muitos setores, a emissora acabou cortando o salário de alguns pela metade.
Uma das áreas mais atingidas é a produção. Produtores são contratados no papel para trabalhar seis horas por dia, mas dizem ter combinado verbalmente com a emissora fazer sempre oito horas dias, o que complementava o salário final. Com o corte das horas extras, um assistente de produção que chegava a tirar R$ 2,5mil por mês vai ganhar no máximo R$ 1.300,00. Um produtor que recebia cerca de R$ 4mil, vai receber R$ 2mil. Dá para imaginar o nível de insatisfação de quem foi atingido diretamente pela determinação.
Com a nova ordem, as gravações não podem passar de oito horas, o que é difícil em programas com cinco horas de duração. As produções mais atingidas foram as do “Hoje em Dia”, “Programa do Gugu”, “Tudo É Possível” e “Melhor do Brasil”, de Rodrigo Faro.
Além do corte de horas extras, a emissora quer que os funcionários poupem energia elétrica e gasolina. Carros para gravações externas devem ser reservados quando realmente for necessário. Tudo tem de ser justificado.
Há fiscais de olho no cumprimento dessas contenções de despesas. Alguns profissionais mais arredios já foram demitidos para dar exemplo.
Procurada, a Record, via assessoria, diz que o fim das horas extras é para conter excessos cometidos por algumas produções, que abusam do seus funcionários. Explica novos produtores podem ser contratados para fazer dois turnos em programas que exigem muitas horas de gravação.
Folha Online
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