O ministro da Cultura, Juca Ferreira, afirmou durante o evento no Dialoga Brasil, em João Pessoa que já é hora de homenagear o maestro Sivuca com a construção de um memorial. O ministro revelou que está disposto a ajudar e relembrou da importância do artista paraibano para música mundial.
A ideia não é nova, em 2010, o subsecretário de Cultura da Paraíba á época, José David Campos Fernandes, esteve em Brasília, para buscar junto ao Ministério da Cultura, recursos para implantação de um memorial em homenagem ao músico brasileiro, Sivuca. Ele apresentou o projeto inicial do espaço.
A proposta, orçada em R$ 6,5 milhões, ainda necessita de ajustes, como uma área para a reserva técnica do acervo e atividades ligadas à educação. “É importante, numa proposta de museu, que um projeto educativo esteja atrelado, pois, normalmente, quem leva a população mais carente a visitar um espaço como esse, são os filhos que estiveram lá com sua escola”, afirma Eneida Rocha, do Departamento de Difusão, Fomento e Economia dos Museus do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC).
Segundo José David, o memorial prevê, além do acervo físico, um conteúdo em meio digital, composto por músicas de Sivuca, dentre outras atrações interativas. Parte das memórias do artista estão guardadas com sua esposa, Glória Gadelha, que apoia a iniciativa. A forma de financiamento para a implantação do Memorial Sivuca será discutida pelo MinC após a indicação, por parte da Subsecretaria de Cultura da Paraíba, do local destinado à iniciativa.
Sivuca
Nascido na cidade de Itabaiana, na Paraíba, Severino de Oliveira – Sivuca – era conhecido nacional e internacionalmente como instrumentista, maestro, orquestrador, cantor, arranjador, compositor e produtor musical. Foi responsável por mostrar a elegância da sanfona nordestina ao cenário mundial da música.
Suas composições e trabalhos incluem, dentre outros ritmos, choros, frevos, forrós, baião, música clássica, blues, jazz, entre muitos outros. Contribuiu significativamente para o enriquecimento da música brasileira, ao revelar a universalidade da música nordestina e a nordestinidade da música universal. Sivuca morreu em 2006, deixando seu legado para a população de todo o país.
Redação
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