Preparado para o lançamento do oitavo disco de estúdio do Green Day, “21st Century Breakdown”, em maio, o vocalista e guitarrista do trio, Billie Joe Armstrong, disse à “Rolling Stone” que o disco surgiu de sua descrença em políticos. E também acrescentou que, mesmo com a onda de confiança em torno do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é preciso se precaver.

O disco, conceitual como o anterior da banda, “American Idiot”, gira em torno de dois personagens, Gloria e Christian. O músico diz que o disco encoraja pessoas a não pôr muita esperança em seu líderes.

“Um monte de pessoas nasceu numa era marcada pela falta de sorte, que foi o período em que tivemos George W. Bush na presidência”, afirmou. “Há otimismo agora com Obama, mas estejam prevenidos. Não olhem para ele como a resposta para suas preces. Todos têm que ficar espertos”.

O produtor do disco é Butch Vig, que comandou as gravações do histórico “Nevermind”, do Nirvana, e é baterista do grupo Garbage. Tre Cool, responsável pelo mesmo instumento no GD, diz que o músico trabalhou com o trio no sentido de condensar jams de dez minutos em canções pop-punk, durante dois anos, até que o disco estivesse finalizado.

“Mesmo com todas as idéias que já tínhamos, o Vig também colaborou bastante, onde coubesse”, disse o músico. “Nada foi varrido para debaixo do tapete ou esquecido durante os trabalhos”.
 

 

O Green Day conquistou a atenção geral da mídia com o multiplatinado “Dookie”, de 1994, que revelou hits como “Basket Case” e “She”. Mesmo meio sumido após discos não tão bem-sucedidos, a banda teve uma grande retomada com “American Idiot”, ópera-rock-punk de 2004, que vendeu 22 milhões de álbuns ao redor do mundo.

 

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