Bruna Surfistinha é o mais novo candidato a recordista das bilheterias do cinema nacional e chegou ao país nesta sexta-feira (25).
O filme, com Deborah Secco no papel de Raquel Pacheco, conta a história de uma menina de classe média que sai de casa para se tornar garota de programa.
Grande estreia desta semana, o R7 aponta os prós e os contras e conta para você por que ver ou por que não ver a produção.
Por que ver? (1) O Doce Veneno do Escorpião, livro de Raquel Pacheco que inspirou, foi um verdadeiro sucesso e virou best-seller quase instantâneo. O filme tem o mesmo apelo do livro e, por isso, não tem como não ficar curioso com a história contada agora no cinema
Por que ver? (2) Deborah Secco é uma das atrizes que estão em alta no Brasil. Linda como sempre, ela conseguiu interpretar Raquel Pacheco sem sequer ter lido o livro ou conhecido a ex-garota de programa antes das filmes. Ela optou assim.
Por que ver? (3) O filme Bruna Surfistinha é corajoso e não poupa os espectadores ao mostrar as experiências sexuais pelas quais Raquel passou na vida real e relatou no livro O Doce Veneno do Escorpião
Por que não ver? (1) O filme, como a história real de Raquel Pacheco, é muito pesado. Mostra a vida como ela é dentre as garotas de programa. Portanto, há cenas bastante fortes, que incluem até uso de drogas
Por que não ver? (2) O filme muda pouco de tom, mesmo quando as situações são muito diferentes. Por exemplo, o clima da personagem na escola e no bordel é praticamente o mesmo – como se a garota de programa só tivesse uma única vida
Por que não ver? (6) Fica difícil acompanhar os sentimentos da personagem. Seguimos todas as suas desventuras nesse mundo tão difícil da prostituição, mas não sabemos distinguir direito o que ela de fato está sentindo.
R7








