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Exposição imersiva sobre Pedro Américo segue em cartaz gratuitamente em JP até sexta

Foto: Ascom Secitec/divulgação

Quem ainda não visitou a exposição imersiva “Pedro Américo, o Pintor do Brasil” tem até a próxima sexta-feira (11) para conhecer a experiência no Espaço Luzzco, no bairro do Altiplano, em João Pessoa. A visitação é gratuita e acontece das 14h às 20h.

Para participar, é necessário retirar antecipadamente o ingresso gratuito pela plataforma Sympla.

A exposição é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Ciência e Tecnologia da Prefeitura de João Pessoa, a Agência de Inovação (Inovatec-JP) e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O projeto é coordenado pelo professor doutor Carlos Dowling, da UFPB.

A proposta utiliza projeções tridimensionais e Inteligência Artificial Regenerativa para apresentar a trajetória de Pedro Américo e aproximar o público de algumas de suas obras mais conhecidas.

A experiência é distribuída em quatro salas. Na primeira, os visitantes conhecem histórias relacionadas a obras do artista. Na segunda, uma representação de Pedro Américo apresenta aspectos de sua trajetória.

A terceira sala é dedicada à composição de “Independência ou Morte”, também conhecida como “O Grito do Ipiranga”, uma das pinturas mais famosas do artista. Já a quarta reúne projeções de diferentes obras e estabelece conexões com temas como democracia e soberania nacional.

Músicas e desenhos compostos por professores da UFPB também integram a experiência, contribuindo para a ambientação das salas.

Quem foi Pedro Américo

Nascido em 1843, em Areia, no Brejo paraibano, Pedro Américo de Figueiredo e Melo foi muito além da pintura. Ao longo da vida, atuou como pintor, desenhista, escritor, professor, cientista e político, tornando-se um dos nomes mais importantes da arte brasileira no século XIX.

Entre suas obras mais conhecidas estão “Independência ou Morte”, “Batalha do Avaí”, “Tiradentes Esquartejado”, “A Carioca” e “A Rabequista Árabe”.

Pedro Américo também se dedicou à literatura, ao magistério e à política, chegando a exercer o mandato de deputado. Morreu em 1905, em Florença, na Itália.

A exposição em João Pessoa propõe, assim, uma nova forma de revisitar a obra e a trajetória de um dos mais conhecidos artistas nascidos na Paraíba, combinando patrimônio histórico, arte e recursos tecnológicos.

PB Agora

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