Foto: pascom-cg
Semana Santa. Os católicos iniciam nesta Quinta-feira Santa, 2 de abril de 2026, o Tríduo Pascal, período de três dias que celebra a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. Para os cristãos, o tríduo é o momento mais importante do ano litúrgico, começando com a Missa da Ceia do Senhor, passando pela Paixão na Sexta-feira, e estendendo-se até a Vigília Pascal no sábado santo, e o Domingo de Páscoa, destacando a instituição da Eucaristia, do sacerdócio, do amor e o serviço.
Na Arquidiocese da Paraíba, em João Pessoa, e na Diocese de Campina Grande, a Celebração do Lava Pés e da Ceia do Senhor, serão rezadas às 17h. Em João Pessoa, a missa da Ceia do Senhor que marca do tríduo pascal será presidida pelo arcebispo do Manoel Delson, enquanto que em Campina Grande, preside a Eucaristia, o bispo diocesano dom Dulcênio Fontes de Matos.
Todas as paróquias programaram Missas, a maioria delas, as 17h e algumas às 19h30.
Durante a celebração, o rito do Lava-pés, o recorda o gesto de humildade e serviço de Jesus com os discípulos, simbolizando o mandamento do amor.
Após esses ritos, é realizada a Transladação de Jesus Eucarístico para a Cripta da Catedral, onde se segue um momento de silêncio, oração e adoração, marcando o início da Vigília Eucarística.
Memorial do Sacrifício Para os cristão, A Ceia do Senhor não é apenas uma lembrança simbólica, mas a atualização do sacrifício de Jesus na cruz. Com a Santa Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde ou na noite da Quinta-feira Santa, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e faz memória da Última Ceia, quando Jesus, na noite em que foi traído, ofereceu ao Pai o Seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou aos apóstolos para que os tomassem, mandando-os também oferecer aos seus sucessores.
A palavra “Eucaristia” provém de duas palavras gregas “eu-cháris”, que significa “ação de graças”, e designa a presença real e substancial de Jesus Cristo sob as aparências de Pão e Vinho.
O tríduo pascal é considerado uma celebração única porque é uma sequência litúrgica que comemora a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.
Dom Dulcênio ressaltou o profundo desejo de Jesus em partilhar a última ceia com os discípulos.
“O coração humano, embora deseje a salvação, não possui ardor maior do que aquele que brota do amor de Deus, que sempre nos supera com a Sua misericórdia. Esta ansiedade do Divino Coração, condensada nestes dias grandiosos, vem expressa principalmente pela Eucaristia, hoje instituída para que o homem, nutrido de Deus, viva a vida de Cristo, com a força do amor que brota da Cruz”, destacou.
Severino Lopes
PB Agora
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