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Com Virginia e Sabrina Sato: como foi último dia de desfiles na Sapucaí

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A terceira e última noite de desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro chegou ao fim na Marquês de Sapucaí com a apresentação das quatro escolas de samba que faltavam desfilar pelo grupo Especial.

Paraíso do Tuiuti, Unidos de Vila Isabel, Acadêmicos do Grande Rio e Acadêmicos do Salgueiro completaram as 12 agremiações que disputam o título do Carnaval 2026. Veja os principais destaques dos desfiles das agremiações.

Primeira a entrar na avenida, a Paraíso de Tuiuti traz o enredo “Lonã Ifá Lukumi” com a ideia de apresentar a vertente religiosa afro-cubana. O carnavalesco Jack Vasconcelos é o responsável pelo que a agremiação de São Cristovão leva para a Marquês de Sapucaí.

A Unidos de Vila Isabel veio com um enredo sobre Heitor dos Prazeres: “Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África” é de autoria dos carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad e do enredista Vinicius Natal. A dupla, inclusive, fez sua estreia na escola de Martinho da Vila após uma passagem pela Grande Rio.

Sabrina Sato, que ocupa o posto de rainha de bateria da escola de samba, recebeu o carinho e o incentivo do marido, Nicolas Prattes, momentos antes de desfilar. O casal trocou beijos pouco antes de ela seguir para a Avenida.

Depois de fazer muito mistério, a Grande Rio foi a terceira a desfilar, levando para a Sapucaí um enredo sobre o manguebeat, movimento cultural brasileiro que surgiu em Recife (PE) no início dos anos 90, misturando ritmos regionais como o maracatu com rock, hip-hop, e música eletrônica. Seu objetivo era “antropofagizar” influências globais e locais, criando uma sonoridade única e um discurso crítico sobre a desigualdade social e o descaso com o meio ambiente.

Fechando o Carnaval do grupo Especial do Rio de Janeiro pela primeira vez, Acadêmicos do Salgueiro homenageou a carnavalesca Rosa Magalhães, que morreu em julho de 2024, com o enredo “A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, do bacalhau e do pirata da perna-de-pau”, desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Silveira, que chegou à escola no Carnaval de 2025, e pelo enredista Leonardo Antan. Allan Barbosa e Ricardo Hessez também fazem parte da equipe criativa da agremiação.

Com CNN

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