Uma semana antes de a morte de Roberto Gomez Bolaños (1929-2014), criador de “Chaves” e “Chapolin”, completar um ano neste sábado (28), uma brasileira conseguiu não só visitar a Vila do Chaves mas também passar uma noite no local onde o personagem contracenava com Seu Madruga, Quico e Chiquinha.
A sortuda foi a tradutora Luciana Yonekawa, de 29 anos. “Não fica com inveja. Eu estava tentando desfrutar e fazer foto pra todo mundo curtir junto”, brinca.
Ganhadora de uma promoção da plataforma de hospedagem online Airbnb, ela passou com o namorado a noite do dia 21 de novembro na vila, comeu pratos típicos da série e até viu objetos pessoais de Bolaños.
“Entrar no barril foi a primeira coisa que eu fiz.” Nenhum dos atores estava lá, mas ela foi recebida por Fernando Gomez Fernandes, filho de Bolaño.
A emoção começou aí. “Como é que você fala para uma pessoa, um ano depois da morte do pai, sobre a importância do pai dela? Quão importante foi o pai dele para crianças do Brasil? E não é porque falta produto cultural no Brasil. A ‘Turma da Mônica’ é algo que poucos países têm. O Chespirito [apelido de Bolaños] chegou forte aqui e fez parte da infância de muita gente.”
A presença do escritor é tão grande no país que Luciana foi incentivada pelos amigos brasileiros a concorrer. A promoção era reservada a moradores do México, país onde a tradutora vive há três anos.
G1
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