Categorias: Cultura

A diva Leny Andrade abre o Seis e Meia nesta quarta

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Grupo Samba Trem das Onze abre a noite no Teatro de Arena do Espaço Cultural, nesta quarta-feira (14/07)

 

A cantora carioca Leny Andrade, considerada a maior intérprete brasileira de jazz, marca, nesta quarta-feira (14/07), o retorno do projeto Seis e Meia, depois de um período de recesso devido a Copa do Mundo e os festejos juninos. A abertura acontece às 18h30, no Teatro de Arena do Espaço Cultural, com o grupo Samba Trem das Onze, formado por jovens músicos paraibanos interessados em mostrar clássicos do samba de raiz.

O projeto Seis e Meia é realizado pela Acorde Produções e recebe o apoio cultural do Ambassador Flat e dos restaurantes Peixe Elétrico, Vila Cariri e Cia do Chopp. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) e podem ser comprados antecipadamente ou na hora do evento no posto de vendas montado na entrada do Espaço Cultural.

Leny Andrade nasceu Rio de Janeiro, morou cinco anos no México e passou boa parte da vida nos Estados Unidos e Europa. Ela começou a carreira cantando em boates, mas teve grande participação em programas de calouros em rádios, até ganhar uma bolsa de estudos para o Conservatório Brasileiro de Música.

A estreia profissional foi como crooner da orquestra de Permínio Gonçalves, passando mais tarde a cantar nas boates Bacará (com o trio de Sérgio Mendes) e Bottle’s Bar, no Beco das Garrafas, reduto de boêmios e músicos do movimento musical urbano carioca surgido em 1957, a bossa nova.

Em 1965 Leny Andrade alcançou grande sucesso com o espetáculo Gemini V, atuando com Pery Ribeiro e o Bossa Três na boate Porão 73, lançando um disco gravado ao vivo. Um nome respeitado por todos no meio artístico, Leny tem uma discografia, iniciada em 1961, composta por 26 discos, entre LPs e CDs.

Samba Trem das Onze é fruto dos encontros festivos de Chico Limeira, Regina Limeira, Paulinho Tazz, Tibério Limeira e Kayo Oliveira, e nasceu no intuito de oferecer o samba em seu estado de conservação. A ideia é lembrar os bambas de outrora e levar ao público novos sambas, consequência da paixão dos novos sambistas.

Músicas de Noel Rosa, Cartola, Chico Buarque e Geraldo Pereira estão no repertório do grupo, que transforma as belas canções de outras décadas em referência para as novas canções do Trem das Onze. O grupo está em processo de produção do primeiro registro, que deve ser lançado ainda este ano.

 

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