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Vitor: casamento foi precipitado

 O cantor sertanejo Victor Chaves, da dupla Victor e Leo, usou seu Instagram nesta segunda-feira, 2, para voltar a falar sobre sua separação da assisnte de palco do Domingão do Faustão, Claudia Swarowsky, anunciada na quinta-feira, 29, apenas 6 meses após o casamento.

 

“Você tem uma padaria. Um dia, alguém vai a um programa nacional e mente, dizendo que os funcionários de sua padaria não lavam as mãos, e que soube através de ‘gente lá de dentro’. Como fica? Você processa a pessoa. Ok. E as pessoas que assistiram ao programa? Confiarão no seu pão? Ficou muito fácil tentar pichar o perfil dos outros, inventando qualquer história e dizendo que uma ‘certa pessoa’ ou ‘gente próxima’ a confirmou. Como assim? Quem? Que tipo de jornalismo é esse que ganha crédito, até na TV, para maldizer, sem qualquer fundamento ou prova?”, escreveu.

“Eu e Claudia anunciamos nossa separação justamente para evitar invenções e, do nada, eis que aparecem. Inventam frases que eu jamais disse: ‘não sou homem para casar’. E ainda falam de Claudia, justamente o contrário do que ela é. Estou aqui para defender, sim, a profunda estima, respeito e admiração que tenho por ela”, continuou.

“Para tanto, devo comentar: Cláudia é uma mulher batalhadora, com uma história de vida admirável, que esteve ao meu lado apoiando-me em tudo. Sua educação, simplicidade e inteligência me encantaram. Foi-me apresentada pelo Fausto Silva, num jantar em sua casa, junto à família. Aliás, o conceito de família que ela tem, por ser caseira e criada no interior, como eu, foi o fato crucial para nos casarmos. Enfim, uma mulher que mudou minha vida para melhor e para sempre, em todos os aspectos. Talvez, tenhamos nos precipitado, em meio a tamanha afinidade e, nos pegamos surpresos diante da necessidade de profundas e inviáveis mudanças em nossas rotinas”, completou.

“Somos adultos e nossos problemas ou soluções são apenas nossos. Mas ratifico aqui, minha gratidão a ela, Claudia, pela paciência e companheirismo com que esteve ao meu lado, e por seu exemplo íntegro de pessoa e conduta profissional. Fico pensando. A experiência humana é sublime. E a ela, erros são inerentes. É preciso errar, se perdoar, aprender e seguir. Como saber o que queremos sem conhecermos o contrário? O verbo está aí para o conceito, mas é a experiência que dá a consciência. Cada macaco que se ri do rabo alheio, se esquece de estar sentado no próprio”, finalizou.

O longo do texto veio acompanhado de uma imagem, em que era possível ler a frase: “Sofismo mata… sonhos, fatos, alegrias, valores, culturas…”.

 

 

Caras

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