Nesta segunda-feira (17), uma das maiores tragédias da aviação brasileira completa dez anos. Para lembrar a data, a associação de familiares e amigos das vítimas do voo 3054 da TAM realiza neste sábado (15) um evento na praça Memorial 17 de Julho, ao lado do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. No prédio que havia no local, bateu o avião que tinha decolado de Porto Alegre e que não conseguiu pousar e nem arremeter em Congonhas. Morreram 199 pessoas.
O evento deste sábado acontece até as 15h com apresentações de ioga, dança e capoeira, entre outras.
Para a dona de casa Maria Estela Teixeira, que perdeu o filho Douglas no acidente, dez anos passaram rápido demais. “Ele não está longe de mim esse tempo todo. Ele continua vivo e bem presente onde eu estou”, afirma.
A escritora Marinalda Ura perdeu o chão naquele dia 17 de julho. Estavam no voo o filho, a filha, o genro e a única neta. “Foi muito difícil. Foi como se o mundo tivesse acabado para mim. Eu morri junto com eles. Eu não queria mais viver. Depois desses anos eu comecei a superar”, conta.
Amigos e parentes como ela se reuniram às 10h para uma homenagem que começou com uma oração. Estrelas com os nomes das vítimas foram colocadas em volta do espelho. O espelho contorna a única sobrevivente, uma árvore.
Após o evento, uma missa será celebrada na Rua República do Iraque, nº 1.839, no Campo Belo.
G1
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