Os editais de concursos com provas para o ano que vem já começam a ser publicados. Em comparação com 2014, há previsão de queda na criação de vagas no Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2015. O número estimado é 28.957 para o ano que vem, em comparação aos 47.782 neste ano, uma redução de 39%. Também caiu de 68.172 para 41.244 o número de postos vagos que podem ser preenchidos no próximo ano. De acordo com o Ministério do Planejamento, a prioridade do governo é preencher vagas em áreas como saúde, educação, segurança e infraestrutura. Ainda assim, levantamentos como o da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac), preveem 150 mil postos para o próximo ano, incluindo estados e municípios.
“Em alguns órgãos, o índice de aposentadoria é muito alto, então será necessário fazer concursos em breve ou o quadro ficará deficitário”, explica Maria Thereza Sombra, diretora executiva da Anpac. Segundo levantamentos da associação, há deficit de mais de 10 mil servidores no INSS e de 3 mil na Polícia Federal, para citar alguns exemplos. Na opinião do professor José Wilson Granjeiro, diretor-presidente do grupo Gran
Cursos, o concurso do INSS deve ser um dos mais disputados entre as apostas para o próximo ano. “Pelo histórico, o certame dos Correios, se for realizado, deve ser o mais concorrido em 2015. Logo em seguida vem o concurso da Polícia Rodoviária Federal e, em terceiro lugar, o do INSS”, diz.
O último certame para os Correios, realizado em 2011, teve 1,1 milhão de inscritos para pouco mais de 9 mil vagas. Mas ainda não há confirmação sobre a realização de novo concurso em 2015. Já em relação à PRF, há mais chances de que o concurso seja realizado no próximo ano, com 1,3 mil vagas para o cargo de policial rodoviário federal, uma vez que a autorização já está prevista no anexo V do Ploa de 2015. O INSS solicitou 4.730 vagas, sendo 2 mil para técnico de seguro social, 1.580 para analista do seguro social e 1.150 para médicos peritos.
José Wilson Granjeiro recomenda começar a estudar antes mesmo da publicação dos editais. “Quando ainda não se tem o edital, a dica é procurar o do último concurso. Normalmente, há mudanças em 10% a 20% do texto, então é possível estudar as matérias básicas.” O professor e coordenador do IMP Concursos, Anderson Ferreira, concorda. “É preciso ter planejamento de estudos, não dá para começar a estudar só depois da publicação do edital.” Segundo ele, os candidatos levam em média dois anos para obter aprovação em concursos.
Diário de Pernambuco
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