Tarcísio e Nunes foto assessoria de imprensa
Durante mais de três décadas, uma parte do centro de São Paulo foi dominada por traficantes e usuários de drogas. A região ficou conhecida como Cracolândia. Dependentes químicos circulavam sem rumo e eram alvo fácil do crime organizado. Por muitos anos, o problema pareceu sem solução, até maio de 2025, quando ações conjuntas do Governo do Estado (na gestão Tarcisio de Freitas) e da Prefeitura de São Paulo (na gestão Ricardo Nunes) mudaram esse cenário. Matéria nacional do telejornal Domingo Espetacular, trouxe ontem (16), como está e como era essa área.
Imagens exibidas no telejornal na época mostraram uma transformação inédita: as ruas antes tomadas por usuários estavam vazias. Seis meses depois, Reinaldo Gottino conversou em exclusividade para o Domingo Espetacular com o governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O governador afirmou que a mudança foi fruto de um trabalho técnico e baseado em evidências, feito sem pressa e com foco no acolhimento. Segundo ele, três pontos foram decisivos: a criação de uma estrutura de governança com Ministério Público, Judiciário, Prefeitura e secretarias do Estado; a compreensão de como funcionava o ecossistema do crime organizado; e a criação de uma rede de suporte aos dependentes.
Desde o ano passado, o efetivo policial na região foi reforçado com 400 agentes e três novas unidades da polícia. Em parceria com o prefeito da capital Ricardo Nunes, via o maior sistema de monitoramento da América Latina o Smart Sampa que já levou à prisão mais de 1.500 criminosos. “Você tem aquele monitoramento que verifica aquela pessoa vendendo drogas, comunica a Polícia Militar e faz aquela apreensão e assim a gente conseguiu chegar nesse sucesso que era de combater aquela chaga de 30 anos que era a Cracolândia, pois hoje temos pessoas em tratamento e traficantes atrás das grades”, comentou a reportagem Ricardo Nunes.
Tarcísio destacou que investigações permitiram cortar o fornecimento de drogas, atingindo a estrutura logística do tráfico. Ele contou que hotéis, pousadas, restaurantes, ferros-velhos e reciclagens funcionavam como negócios de fachada. Segundo o governo, crimes na região caíram após a desarticulação desses pontos. Mais de R$ 200 milhões em bens ligados ao crime organizado foram apreendidos pela Polícia Civil durante as operações. Gottino percorreu áreas que antes funcionavam como uma feira de drogas a céu aberto. Para o governador, a conquista do território foi decisiva, especialmente a ocupação da Favela do Moinho, que, segundo ele, servia como bunker do crime.
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Redação
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