O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos para derrubar a previsão de prisão especial antes da condenação definitiva para quem tiver diploma de curso superior. A prisão especial prevista em lei não tem características específicas para as celas – consiste apenas em ficar em local distinto dos presos comuns.
Os ministros julgam, no plenário virtual, uma ação protocolada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2015 que questionou o benefício previsto no Código de Processo Penal. A procuradoria defende que a norma viola a Constituição, ferindo os princípios da dignidade humana e da isonomia.
Os votos dos ministros podem ser inseridos no sistema eletrônico do STF até o fim desta sexta-feira (31/4).
Relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes concordou que a norma é inconstitucional e fere o princípio da isonomia. Em seu voto, o ministro afirmou que não há justificativa para manter um benefício que, segundo ele, transmite a ideia de que presos comuns não se tornaram pessoas dignas de tratamento especial por parte do Estado.
O voto de Moraes foi seguido por Cármen Lúcia, Rosa Weber, Luiz Edson Fachin, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso.
G1
O prefeito Cícero Lucena anunciou, nesta quarta-feira (1º), no Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água…
A Petrobras elevou o preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) em cerca…
A população do Cariri paraibano passa a contar com um importante reforço no atendimento médico…
O governador João Azevêdo prestou, no fim da manhã desta terça-feira (1°), contas à população…
O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil), revelou que houve avanço na…
O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), que deixa o cargo nesta quinta-feira (2) para…