A criação de um Ministério da Segurança, sugerido por deputados federais ao presidente Michel Temer (PMDB), não deve ganhar fôlego. Apesar de ter deixado as “portas abertas” para a ideia, o peemedebista tem ponderado em seus discursos que o Ministério da Justiça está dando conta do reforço nacional que a área começou a receber com a crise penitenciária que atinge diversos estados do país.
Outro peso para rejeitar a proposta é a conjuntura econômica nacional. A criação de uma nova pasta traria novos custos para o Executivo. Segundo o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, “não será feito absolutamente nada que não seja condizente com o orçamento”. Moraes é contra o novo ministério. “O presidente reconheceu que o debate é importante e que o MJ já vinha intensificando a questão da segurança que será ainda mais intensificada”, ponderou o ministro, após uma reunião, nessa quarta-feira (11), para discutir o assunto.
Mesmo sem ser bem recebida, a proposta já foi feita pelo próprio Temer em 2002 ao então candidato à presidência da República, José Serra (PSDB). A dupla voltou ao tema nessa quarta (11), mas concordou que não é o momento. “Na atual conjuntura, seria descabido”, justifica o chanceler.
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