Agricultores da Paraíba se preocupam com os longos períodos de seca e as chuvas irregulares. Em algumas propriedades, as sementes nem chegaram a germinar.
Os açudes e pastos estão secos e muitas plantações foram perdidas. Em Sousa, as chuvas dos meses de janeiro e fevereiro não foram o bastante para garantir as plantações. Em março, ainda não choveu.
A falta de chuva não permitiu que o milho se desenvolvesse na propriedade de João Estrela. Ele aproveitou a plantação para alimentar o gado. “Plantei uma vez e nasceu metade. Depois, voltei a plantar. Agora, é botar o gado para comer a pastagem seca”, disse o agricultor.
O agricultor Francisco Estrela investiu todo o dinheiro nos 15 hectares de plantação de milho e feijão. Mas eles nem foram molhados pela água da chuva. “Já está com um mês de plantado e não chegou nem a nascer”, contou.
O agricultor Everaldo Lopes Melo teve de vender duas das 11 cabeças de gado que tem para não perder a criação.
Já no sul do Ceará, a chuva voltou, enchendo de esperança os agricultores. Muitos deles já começaram a replantar as lavouras. “Nós estamos recomendando aos agricultores que façam novos plantios. Se a chuva for distribuída até maio, os produtores colherão uma boa safra”, avaliou Sérgio Linhares, gerente da Ematerce, a empresa de assistência técnica.
G1
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