Mais de 10 mil motoristas e cobradores do Distrito Federal paralisaram os serviços entre as 4h e 6h desta quarta-feira (15) em protesto contra o projeto de lei que regulamenta os contratos terceirizados no Brasil. De acordo com o sindicato da categoria, os rodoviários pertencem às cinco empresas que rodam na capital federal.
A greve-relâmpago ocorre em resposta a uma convocação da Central Única dos Trabalhadores, que quer que o Congresso Nacional discuta com a sociedade o tema terceirização. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Criticada pelo PT e algumas centrais sindicais e defendida por empresários, a proposta permite que empresas contratem trabalhadores terceirizados para exercer qualquer função.
Atualmente esse tipo de contratação é permitida apenas para a chamada atividade-meio, e não atividade-fim da empresa. Ou seja, uma universidade particular, por exemplo, pode terceirizar serviços de limpeza e segurança, mas não contratar professores terceirizados.
Pelo texto votado na Câmara, essa limitação não existirá mais. O modelo só não se aplica à administração pública direta, autárquica e fundacional, além de empresas públicas e sociedades de economia mista.
De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, se o projeto for convertido em lei haverá grande prejuízos aos trabalhadores em geral, inclusive para os rodoviários.
G1
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