No quadro O que Vi da Vida, do Fantástico, da Globo, deste domingo (23), o humorista Renato Aragão, o Didi, deu um depoimento emocionado. Ao contrário do que as pessoas imaginam, ele explicou que no dia a dia é bem diferente do seu personagem, menos extrovertido e festeiro. “Eu queria ser o que o Didi é. Eu sou completamente ao avesso. Eu não saio de casa. Para ir a um evento é a coisa mais difícil do mundo. Para aceitar esse convite de vir aqui, há um mês que eu não durmo”, contou.
Ele lembrou de sua infância, rodeada de mimos, na pequena cidade de Sobral, no Ceará, e revelou que não achava que iria dar certo na vida e que a carreira artística surgiu ao acaso, inspirado em um grande ídolo. “Quando cheguei ao 15 anos de idade apareceu uma pessoa na minha vida chamada Oscarito. Eu fui ver um filme dele uma vez, duas, três, dezoito vezes e pensei: ‘então é isso. Eu ainda vou ser esse cara'”, recordou.
Emocionado, ele descreveu sua trajetória na TV e no cinema e falou também sobre o preconceito que sofreu quando começou a carreira e da popularidade dos Trapalhões entre as crianças do Brasil todo. “Eu vi muita coisa boa, vi muita gente tentando melhorar a cara da sociedade, vi muita gente tentando dar bom exemplo e também vi muita gente tentando dar mau exemplo. Então, se a gente põe na balança é meio a meio”.
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