Por pbagora.com.br

Vinte e um sítios foram incluídos na lista de patrimônio mundial da humanidade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Os sítios foram incluídos durante os debates da 34ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, em Brasília.

 

Entre os sítios incluídos, está um brasileiro, a praça São Francisco, no município de São Cristovão (SE). Ele foi incluído na lista por ser o único registro material no Brasil da época em que Portugal e Espanha formaram um só reino. Com a inclusão da praça, o Brasil passa a ter 18 sítios como patrimônios mundiais, entre eles a cidade de Brasília (DF) e as Cataratas do Iguaçu (PR).

 

Além disso, foram incluídos novos bens na lista de patrimônios mundiais em perigo, como a Catedral de Bragati e o Monastério de Gelati, na Georgia; Florestas Tropicais de Atsinanana; Tumbas dos Reis de Buganda, em Uganda; Parque Nacional Everglades, nos Estados Unidos, entre outros.

 

Essa lista trata de bens que estão sofrendo algum perigo de deterioração devido a problemas, como poluição, guerras, acidentes naturais, como queimadas, turismo desenfreado, desequilíbrio do ecossistema, entre outras situações.

 

O Ministro da Cultura, Juca Ferreira, defendeu a inclusão da praça São Francisco, que teve algumas oposições em relação à inclusão como patrimônio mundial. De acordo com o ministro o orgão consultivo da Unesco, que faz a avaliação dos sítios, achava que era necessária a ampliação da área do sítio para que o seu valor cultural universal fosse reconhecido.

 

“Se tratava de fato de uma singularidade única [ser do tempo em qjue Portugal e Espanha eram um só reino] e, para nós, essa singularidade era suficiente. Mesmo com algumas críticas acabamos aprovando, sem necessidade de ir a votação [pela assembleia do comitê]”, explicou o ministro.

 

Juca disse ainda que, ao final da reunião, que termina amanhã, tanto a Unesco como a convenção sobre patrimônio mundial sairão mais fortes. “Tivemos debates importantes sobre o estado de conservação dos bens, responsabilidade dos estados. Vamos sair com a Unesco e a convenção de 1972 [sobre patrimônio mundial] fortalecidas”, afirmou.

Agência Brasil

 

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