O desfile da Acadêmicos de Niterói foi uma clara propaganda política com dinheiro público em ano eleitoral. O TSE, que em 2022 censurou o documentário da Brasil Paralelo sobre Bolsonaro, permitiu o desfile propagandístico em período pré-eleitoral porque não age com imparcialidade.
No desfile, a ala Neoconservadores em Conserva foi mais uma demonstração pública que setores do progressismo brasileiro odeiam os evangélicos e os conservadores em geral que prezam por uma visão tradicional de família.
O criador da ala descreveu seu propósito nos seguintes termos: “a fantasia traz uma lata de conserva com uma defesa da dita família tradicional”. Os representantes dessa ala são: do agro, da classe alta, defensores da ditadura e “grupos religiosos evangélicos”. Os evangélicos ortodoxos são associados a extremismo político.
Vocês não sabem prever os sinais desta época? Existem setores da cultura e da sociedade que odeiam, não apenas discordam, e flertam com a possibilidade de criminalizar grupos e valores tradicionais apoiados na Bíblia. Há uma constante tentativa de relacionar grupos conservadores com autoritarismo. Sempre começa assim, depois normaliza-se a perseguição.
Esse estado de coisas empurra os evangélicos para a direita e depois vêm uns “inteligentinhos” achando que é um absurdo intergalático os crentes se associarem à direita e se afastarem da esquerda.
O resumo é: verba pública usada para exaltar um candidato à presidência em período que não se pode fazer campanha; verba pública usada para atacar evangélicos destilando ódio; e parcialidade das instituições públicas. O bolsonarismo pode até ter usado muitos evangélicos, mas o lulopetismo odeia os crentes!
Anderson paz








