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Opinião: Uma nação indivisível.

“Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (palavras de Cristo). Essa advertência serve para uma nação, estado, cidade, comunidade e núcleo familiar, inclusive para o setor empresarial e de comércio.

A advertência de Cristo pronunciada há dois mil anos é tão viva em nossos dias como foi no ato de sua proclamação pelos lábios do Mestre da Galiléia. Gente, não é que estamos a viver esse clima em nossa própria nação brasileira nos dias atuais! Baixar a guarda, entregar as armas, é a palavra de ordem do dia. Essa determinação deve ser feita com firmeza não só por um lado, os dois lados, direita e esquerda, devem mudar de visão, olhar um nos olhos do outro e descobrir que somos irmãos.

A partir de agora não deveria existir nem direita nem esquerda, só Brasil. Nunca vivemos uma guerra civil sangrenta como a Norte Americana, porém, há 91 anos, tivemos a revolução constitucionalista em 1932, contra Getúlio Vargas, onde tivemos 2.200 militares mortos e uma convulsão nacional, partindo de São Paulo para o resto do país. Na verdade, nem queremos fazer menção a esse período crítico que vivenciamos no passado. Hoje vivemos uma nova era, onde entendemos que a guerra civil é o último recurso que um povo deve aderir e por certo, essa ideia deveria estar fora do nosso calendário.

Na realidade, o que é que necessitamos neste momento? Sentar na mesa, ceiarmos como irmãos e levarmos nosso país ao caminho onde a trancos e barrancos ele estava começando a andar. Temos um novo presidente eleito, ele deve saber que está governando 215 milhões de pessoas que querem chegar a um Porto Seguro. Temos muita gente necessitada em todas as áreas, não a quantidade exagerada de famintos declarada ao mundo pela Deputada Federal Marina Silva, licenciada por São Paulo e que atualmente assume o ministério do meio ambiente, declarou no Fórum de Davos na Suíça, que no Brasil temos 120 milhões de pessoas famintas (mentira bárbara). Esse número é mais da metade da nossa população.

Lula afirmou anos atrás em Paris que tínhamos 30 milhões de crianças de rua (outra barbárie). Parece até que quanto pior melhor. Já afirmei no meu último artigo que o Brasil não é uma republiqueta, porém, pelas suas atitudes, nossos líderes persistem em levar ao mundo essa visão distorcida de nossa grande e rica nação devastada por líderes irresponsáveis através dos anos. Onde quero chegar: ao espírito de coesão e união, não somos dois brasis. Um único manto nos cobre, o verde e amarelo. Uma coisa deve ficar bem certa aos ouvidos de todos, nas últimas eleições o eleitorado ficou dividido, 58 milhões declaradamente buscam a continuidade da democracia e de um capitalismo aberto em nossa que a mesma seja de referência às demais nações do continente americano. Foice e martelo é coisa de lobisomem que o passado já enterrou, porém, existem forças invisíveis mundiais tentando desenterrar essas ferramentas obsoletas. A América Latina em coro, está gritando por renovação, sem estupidez e sem retrocesso dos anos 30 – 60 do século passado.

Nossas universidades encheram-se de professores orientados muitas vezes a trazer o caos ideológico e político, Marxista – Leninista de volta, no entanto, há uma nova geração que surge com força não só no Brasil e sim no mundo, que prefere a democracia com integral liberdade, acompanhada de um capitalismo que beneficie a todos. Os líderes e cúpula em países de esquerda no mundo, vivem deitados no capitalismo que o favorece, no entanto, os povos sob seus comandos (plebeus), desfrutam de um socialismo carrasco e imoral. A nação brasileira, não baixará a esse nível, disso pode ter certeza.

 

Elcio Nunes


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