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Onda de protestos no Rio e SP

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 Novos protestos terminaram em confronto com policiais militares e atos de vandalismo nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro na noite desta terça-feira. Informações da polícia apontam ao menos 200 detidos na capital fluminense e 56 na capital paulista.

Em São Paulo, o ato começou às 17h no largo da Batata, em Pinheiros (zona oeste). Ele foi convocado por estudantes da USP, que invadiram a reitoria da universidade no último dia 1º e reivindicam eleições diretas para reitor. O ato, porém, atraiu também partidos de esquerda, movimentos sociais e “black blocs”.
Os confrontos entre policiais e manifestantes nas ruas do centro do Rio nesta terça-feira (15) terminaram com uma sequência de detenções na praça da Cinelândia. Alguns deles já foram liberados na madrugada desta quarta-feira (16). Seis manifestantes ficaram feridos.

De acordo com Gustavo Proença, advogado da Comissão de Direitos Humanos da OAB, 204 manifestantes foram detidos durante os protestos desta terça-feira, em apoio à greve dos professores das redes estadual e municipal do Rio. Eles foram espalhados por dez delegacias. Na manhã desta quarta, a OAB atuava na 5ª (Centro), na 22ª (Penha) e na 37ª (Ilha do Governador) delegacias, que, segundo ele, concentravam mais pessoas detidas.

Boa parte das detenções ocorreu na Cinelândia após um cordão policial ser formado para cercar os manifestantes que permaneciam na praça após os confrontos desta noite. Muitos acabaram detidos e encaminhados aos ônibus usados pela PM.
Segundo o jornal “Folha de S.Paulo”, as detenções lotaram quatro micro-ônibus da PM e um ônibus de linha fretado.
A ação começou pouco depois das 23h. Antes disso, houve uma série de confrontos que se estenderam por mais de três horas e terminaram com a ocupação policial da Cinelândia. O acampamento improvisado nas últimas semanas diante da Câmara Municipal foi desmontado pelos policiais.

Protesto
A manifestação foi organizada por professores das redes municipal e estadual, contrários ao plano de cargos e salários proposto pela Prefeitura do Rio e aprovado pela Câmara dos Vereadores. De acordo com o sindicato dos professores, o protesto reuniu cerca de 10 mil pessoas.

Segundo a “Folha de S.Paulo”, o ato permaneceu pacífico até as 20h, quando representantes do sindicato anunciaram seu encerramento. Depois disso, um grupo de manifestantes tentou retirar os tapumes que protegiam a Biblioteca Nacional, dando início aos confrontos.

Conforme informou o telejornal “Bom Dia Brasil”, manifestantes depredaram lojas e agências bancárias e incendiaram um carro da Polícia Militar. Ainda de acordo com o telejornal, dois homens sacaram armas e começaram a atirar durante os confrontos.

Uol

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