Desde o início da pandemia, porém, Bolsonaro negligenciou e hostilizou as argumentações e estudos científicos ao defender o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da COVID-19, apesar da ausência de comprovação da eficácia dos medicamentos. As declarações desta quarta, alegando observação de regras da ciência para recusar a vacina chinesa, surpreenderam os especialistas e a comunidade científica.
“Fica a lição, eleger líderes que partidarizam ciência ambiental, do aquecimento global, de reprodução, evolução, etc. é pedir pra partidarizarem a ciência que cuida da sua saúde também. E jogarem sua saúde no lixo em favor da retórica”, manifestou o biólogo e pesquisador Atila Iamarino em postagem no Twitter.
Marcelo Gomes, pesquisador em saúde pública da Fiocruz, também comentou o contrassenso das posições de Bolsonaro. “Nessa briga política vacina AstraZeneca/Oxford/Fiocruz (“do Bolsonaro”) x vacina Sinovac/Butantã (“do Dória”), tem um vencedor e um derrotado claro: o vírus (v) e o povo Brasileiro (d). É brincar com as nossas vidas”, acusou o cientista nas redes sociais.
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