Desde o fim de agosto e início de setembro, diversas manchas de óleo têm aparecido em praias do Nordeste, inclusive nas praias da Paraíba. Após 42 dias, a área atingida pelas manchas de petróleo continua aumentando.

Três testes confirmam que o petróleo vem da. A Petrobras analisou 30 amostras e descobriu que o óleo cru foi misturado com produto refinado.

A origem desse petróleo vazou no mar tem intrigado os pesquisadores, atingindo 400 quilômetros da costa, entre o Recife e Maceió,
A Marinha agora concentra as investigações na área que avança 800 quilômetros pelo mar. A Marinha pode acompanhar todos os navios – sabendo rota, carga e velocidade – em tempo real.
Um navio fantasma pode ter causado manchas de óleo que contaminaram praias do Nordeste, conforme matéria do Fantástico deste domingo.

Em um mês, do início de setembro a início de outubro, 1060 navios tanque, carregando petróleo ou derivados, passaram pela área; 30 estão sendo investigados.

Uma hipótese é: um naufrágio. Mas poderia um navio afundar sem nunca pedir socorro ou ter seu desaparecimento reportado? A hipótese de um naufrágio antigo ter começado a vazar é ainda mais remota. Mas também é investigada.
Mas e se o naufrágio fosse de um navio fantasma? Um navio que não está registrado, não usa ou desliga o sinalizador e, portanto, está fora dos sistemas de monitoramento. Essa hipótese surge por questões políticas: o embargo americano ao petróleo da Venezuela. Um navio fantasma poderia ter vazado o óleo e seguido viagem.

Outra hipótese, que pode envolver ou não um navio fantasma: uma transferência de carga em alto mar, que deu errado.

Na investigação, a Marinha procura navios que tiveram comportamento suspeito como ligar e desligar localizadores ou buscaram reparo de emergência ao redor do mundo, e analisa imagens de satélite em colaboração com o governo americano.

Paraíba Embora a Paraíba tenha sido um dos primeiros estados a registrar manchas de óleo no litoral, as praias estão em ótimas condições de balneabilidade, e o problema verificado entre o fim de agosto e início de setembro não chegou a afetar o setor turístico. Quem diz é a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Pelo menos 16 trechos de praias na Paraíba foram afetados pelo problema quando ele começou a surgir.

Redação

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