A briga entre as igrejas Universal do Reino de Deus e Mundial do Poder de Deus por espaços na televisão continua. A Mundial resolveu ir à Justiça contra o grupo Bandeirantes por causa da rescisão unilateral de um contrato de compra e venda com o Canal 21, que transmitia sua programação religiosa 23 horas ao dia. A Band alegou inadimplência. A igreja do apóstolo Valdemiro Santiago, agora, quer R$ 200 milhões de indenização. A Mundial – dissidência da Universal, do bispo Edir Macedo – pagava R$ 8,5 milhões ao mês ao grupo Band. Mas atrasou pagamentos e a dívida teria chegado a R$ 21 milhões. A Universal, concorrente direta, entrou no negócio, pagou mais e desbancou o apóstolo. Nos bastidores, afirma-se que a Universal ofereceu R$ 12 milhões mensais à Band.
Seguidores de Valdemiro dizem que Macedo teria orientado o vice-presidente executivo da Rede Record, Marcelo Silva, para fazer uma proposta irrecusável à Band e tirar o apóstolo do ar. Essa oferta, segundo a Mundial, foi feita há cerca de 20 dias e teria envolvido a quitação de uma dívida de R$ 20 milhões da Band com a Record por causa da mudança do apresentador José Luiz Datena da Barra Funda para o Morumbi, além de um “acordo técnico-cooperacional” entre as duas emissoras. Em dificuldades, a Band precisaria diminuir despesas. Somente neste ano, teria demitido 400 pessoas. Esse acordo teria provocado reações da Rede Globo, que estuda romper parcerias com a Band, principalmente para a exibição de jogos dos campeonatos estaduais e brasileiro. A Record nega qualquer aliança ou acordo técnico com a Band.
A Record diz que a compra de espaço na programação do Canal 21 foi acertada pela Igreja Universal. As duas instituições não se misturam, segundo a emissora da Barra Funda. A Universal não tem se manifestado sobre o assunto. A Bandeirantes também afirmou que não comenta o caso.
Caso o deputado Paulo Maluf (PP-SP) não possa concorrer à reeleição – por causa da condenação imposta pelo Tribunal de Justiça paulista pelo superfaturamento na construção do túnel Ayrton Senna -, seus amigos de partido que comandam importantes estruturas políticas como a CDHU, no governo de São Paulo, e a Cohab, na prefeitura paulistana, vão enfrentar dificuldades para se manter nos cargos. Guilherme Ribeiro, por exemplo, filho de Jesse Ribeiro, presidente do diretório municipal do PP de São Paulo, é chefe de gabinete da presidência da CDHU. Embora dirigente do órgão estadual, dizem que Guilherme hoje passa mais tempo na Cohab.
O antigo prédio do DOI-Codi, na rua Tutóia, em São Paulo, será visitado hoje pela Subcomissão da Verdade e Memória do Senado, presidida pelo senador João Capiberibe (PSB-AP). Também estarão na comitiva a senadora Ana Rita (PT-ES), os deputados Ivan Valente (Psol-SP) e Luiza Erundina (PSB-SP) e os ex-presos políticos Moacyr de Oliveira Filho e Ary Costa Pinto. A comissão pretende transformar o centro de tortura em “espaços de memória”.
Já começou a romaria ao Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, dos candidatos à sucessão de Alexandre Padilha no Ministério da Saúde. Vão em busca da “benção” do médico de Dilma e Lula, Roberto Kalil, a fim de conseguir o cargo. Kalil é um conselheiro de informal de Dilma e Lula na área de saúde. Padilha deixará o cargo para concorrer ao governo de São Paulo.
Rodrigo Maia (DEM-RJ), deputado federal: “Se a convenção nacional do DEM fosse hoje, o apoio ao Aécio não seria aprovado”.
IG
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