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Ministro da Justiça defende integração de setores público e privado contra a corrupção

 Em passagem por Campina Grande, o ministro da Justiça Torquato Jardim, defendeu integração de setores público e privado contra a corrupção.

Durante atividade da  15ª Reunião Plenária da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), em Campina Grande, ele também defendeu investimento em tecnologia, contra a corrupção e a lavagem de dinheiro no país.

Entre as estratégias propostas para serem aplicadas durante o ano de 2018, estão implementar medidas de restrição e controle do uso de dinheiro em espécie, aprofundar os estudos de utilização de moedas virtuais e propor medidas para o combate às fraudes no contrato de gestão da saúde pública. Para o ministro, a instituições públicas não estão preparadas para esses desafios.

Para combater a corrupção, ele propôs a integração entre os entes públicos e com o setor privado, além de concentrar esforços em avançar tecnologicamente. “Quando pensamos no moderno Estado para enfrentar toda esse lista de trabalho que se aposta diante de nós, vamos superar a ideia de que precisa mais concurso público, mais funcionário público. Não. É tecnologia. É uma nova raça de servidores públicos, uma nova noção de serviço público, onde as dicotomias setor público e setor privado desapareceram”, disse.

As 11 ações de combate à corrupção e à lavagem de dinheiro para 2018 foram apresentadas no Enccla pelo diretor do Departamento de Cooperação Jurídica Internacional, Luiz Roberto Ungaretti. Para ele, se destacam entre as estratégias o combate à corrupção privada e o aprimoramento na gestão de bens apreendidos no processo penal e nas ações de improbidade administrativa.

Para ele, o momento atual revela a necessidade de uma regulamentação do crime de corrupção privada. Ainda segundo o ministro, o momento demonstra entes privados que atuaram no cenário transnacional na questão da corrupção. Vai ser uma das ações de destaque, com certeza no ano de 2018. Além da questão dos bens que sao apreendidos.

“Acho que o principal mecanismo efetivamente de combate à criminalidade organizada é realmente descapitalizar as organizações criminosas”, pontuou Ungaretti.

PB Agora

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