O ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), recebeu durante quase cinco anos salários da Câmara dos Deputados e da Prefeitura do Rio de Janeiro ilegalmente. O pedetista ocupou, de dezembro de 2000 até novembro de 2005, os cargos de assessor na Câmara dos Deputados, no Congresso, e também na Câmara Municipal do Rio, assessorando o vereador Sami Jorge, também do PDT (foi cedido à Câmara pela Prefeitura, que pagava seus vencimentos) – a lei brasileira proíbe o acúmulo remunerado de funções, segundo informações da Folha de S.Paulo.
Segundo o jornal, Lupi afirmou que devolverá o dinheiro se for comprovada alguma irregularidade. A assessoria do ministro disse que uma consulta formal está sendo encaminhada à Câmara Municipal do Rio para analisar essa situação funcional. Nessa quarta-feira, a Comissão de Ética da Presidência da República recomendou para que Dilma Rousseff exonere o ministro, que será demitido por corrupção. Além da recomendação, a comissão também obteve unanimidade entre os seis conselheiros na votação que decidiu por uma advertência ao pedetista.
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