A ajuda ao governo do Maranhão foi oferecida pelo Ministério da Justiça no último dia 5, em razão da crise no sistema prisional do estado e da onda de violência na capital, São Luís, deflagrada a partir de ordens emitidas das prisões. Com as transferências, os governos federal e estadual pretendem manter longe os chefes de facções dos presídios maranhenses, como forma de atenuar a crise no estado. O governo federal administra quatro penitenciárias: em Mossoró (RN), Catanduvas (PR), Campo Grande (MS) e Porto Velho (RO). Não há informação sobre quais dessas prisões receberão os detentos do Maranhão.
Um relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), divulgado em dezembro, apontou que, no ano passado, 59 presos foram mortos no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.
Na semana passada, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e a governadora do estado, Roseana Sarney, anunciaram, em São Luís, a elaboração de um plano emergencial para tentar diminuir a violência no sistema carcerário do estado.
Ao todo, foram divulgadas 11 medidas, entre as quais a criação de um comitê gestor, gerido pelo governo estadual e supervisionado pelo governo federal, que prevê ações integradas entre Executivo, Legislativo e Judiciário.
O plano também prevê a remoção de presos, mutirão de defensores públicos para analisar caso a caso a situação de detentos, plano de ação integrada de inteligência prisional e implantação de núcleo de atendimento a familiares de presidiários, entre outras ações.
G1
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