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Menino com agulhas: Juiz ouve 11 testemunhas

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O juiz Oclei Alves da Silva, titular da Vara Criminal de Ibotirama (BA), começou nesta quinta-feira (4) a primeira audiência sobre o caso do menino de 2 anos com agulhas no corpo. O Ministério Público da Bahia denunciou o padrasto da criança e a amante dele por tentativa de homicídio qualificado.

 

O garoto foi levado a uma unidade de saúde de Ibotirama (BA) depois de reclamar de dores na barriga, em dezembro do ano passado. Um exame mostrou que ele tinha várias agulhas espalhadas pelo corpo. A vítima foi internada em Barreiras (BA) e, depois, transferida para Salvador, onde passou por três cirurgias até receber alta.

 

Segundo informações do Hospital Ana Néri, onde a criança ficou internada, foram retiradas 22 agulhas, mas alguns fragmentos ainda permanecem no corpo do menino. Ele segue com acompanhamento médico periódico.

 

 

 

Tentativa de homicídio qualificado

A audiência foi adiada, em fevereiro deste ano, porque a promotora Mariana Tejo de Oliveira, que encaminhou a denúncia à Vara Criminal de Ibotirama, está afastada. A cidade de Ibotirama não tem promotor e por isso foi convocado Márcio de Carmo Guedes, da promotoria de Barreiras (BA), para acompanhar o processo nesta quinta-feira.

 

A escrivã-chefe da Vara Criminal de Ibotirama, Sandra Pereira, informou ao G1 que foram ouvidas as 11 testemunhas previstas na audiência. “São oito testemunhas de acusação e três de defesa. Dependendo do desenrolar dos depoimentos, a ré pode ser ouvida ainda hoje [quinta-feira] ou uma nova audiência pode ser marcada para que ela seja ouvida.”

 

O menino que teve o corpo perfurado por agulhas foi levado para o fórum, a pedido do magistrado, para fazer um acompanhamento com psicólogos, mas não participou e nem foi ouvido na audiência. “Ele ficou cerca de duas horas aqui no fórum e depois foi liberado.

 

 

 

Júri popular

O juiz Oclei Alves da Silva vai decidir, depois da audiência de instrução, se o casal será julgado pelo Tribunal do Júri. O padrasto não será ouvido nesta quinta-feira, pois seu processo depende de uma análise pericial para avaliar a sanidade mental dele.

 

A ré está presa na carceragem da Delegacia de Polícia de Ibotirama e o padrasto do menino está internado em um hospital em Bom Jesus da Lapa.

 

G1

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