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Mais de 430 voos estão atrasados em todo o país

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Sessenta e cinco partidas foram canceladas

 

Boletim divulgado às 13h desta quinta-feira pela Infraero mostra que dos 1.266 voos programados até o horário, 433 (34,2%) sofreram atrasos e 65 (5,1%) foram cancelados.

O Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, teve 33 atrasos (54,1%) e dois cancelamentos. Já no Santos Dumont, houve 13 voos atrasados e 18 cancelados.

O maior número de atrasos ocorreu em Guarulhos (SP), com 46 (45,1%), seguido por Congonhas, com 36. Neste último, 21 voos foram cancelados. No aeroporto de Brasília, foram registrados 46 atrasos.

Apesar disso, a Infraero considera normal a situação em todos os aeroportos do país, depois que os aeroviários e aeronautas decidiram suspender a greve marcada para esta quinta-feira. No entanto, eles prometem fazer uma operação padrão até o dia 2 de janeiro.

As categorias voltaram atrás, após a decisão do presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Milton de Moura França, que concedeu uma liminar determinando que fossem mantidos em atividade 80% do efetivo dos aeronautas e aeroviários, de forma a viabilizar o transporte aéreo em todo o território nacional no período compreendido entre 23 de dezembro de 2010 e 2 de janeiro de 2011.

Além disso, ele fixou multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento da ordem. A liminar atendeu ação cautelar preparatória de dissídio de greve, movida pelo procurador-geral do Trabalho, Otávio Brito Lopes.

Apesar de ressaltar que o direito de greve está garantido pela Constituição Federal, o ministro afirmou que, igualmente, “decorre de preceito constitucional que todos os cidadãos têm o direito de livre locomoção em todo o território nacional, por todos os meios de transportes disponíveis, salvo restrições, em casos específicos, que a própria Constituição Federal disciplina”.

Milton de Moura França também ressaltou que a aviação é uma atividade considerada essencial, portanto os grevistas devem assegurar o pleno atendimento das necessidades da comunidade. Além disso, ele fez considerações sobre a particularidade de o movimento ter sido deflagrado a dois dias do Natal.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu o direito de greve dos trabalhadores, mas ressaltou que a população não podia ser prejudicada. “Espero que os brasileiros não sejam vítimas da insensatez. O que não pode é uma atitude de irresponsabilidade que leve o povo a sofrer”, afirmou Lula.
 

 

Folha

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