A maioria dos asilos existentes no país são mantidos por redes filantrópicas, apontou pesquisa divulgada na manhã desta terça-feira pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Na avaliação da pesquisadora Ana Amélia Camarano, responsável pelo levantamento, o poder público “é omisso nessa questão”.
Segundo os dados divulgados, 65,2% dos asilos –chamados na pesquisa de ILPIs (Instituição de longa permanência para idosos)– são filantrópicos. A rede pública ou mista é responsável por apenas 6,6%. O número de instituições privadas, a que mais cresce no país, já está em 28,2% do total.
De acordo com a pesquisa, 83.870 idosos vivem em ILPIs –o número chega a mais de 97 mil, segundo Camarano, considerando pessoas com menos de 60 anos nessas instituições.
Folha.com
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