A geração de jovens que não estudam nem trabalham, chamada de “nem nem”, cresceu em 2015 e representava quase um quarto do total de jovens brasileiros, segundo a Síntese de Indicadores Sociais (SIS 2016), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira (2). De 2014 para 2015, o percentual aumentou de 20% para 22,5%.
O avanço foi ainda maior em relação a 2005, quando a proporção era de 19,7%, de acordo com a pesquisa.
Já a proporção de pessoas de 25 a 34 anos que estavam na condição de filho no arranjo familiar passou de 21,7%, em 2005, para 25,3%, em 2015.
André Simões, analista da coordenação de população e indicadores sociais do IBGE, destacou que dentro do grupo dos nem nem, pode ser feito um recorte do que pode ser chamado “nem nem nem”, que além de não trabalhar e não estudar, não procura emprego, ou seja, são inativos. A proporção desse “nem nem nem” é maior que a do nem nem.
“As mulheres têm um percentual mais elevado dentre os ‘nem nem nem’. Isso provavelmente é devido ao fato de terem filhos, o que dificulta ainda mais a procura por trabalho.”
G1
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