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Gay de Insensato passa bandeira para afetado em Fina Estampa

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Gay de “Insensato” passa bandeira para afetado em “Fina Estampa”

Dois gays, dois destinos. Enquanto Eduardo (Rodrigo Andrade) pode estar marcado para morrer em “Insensato Coração”, o mordomo Crô (Marcelo Serrado) tem tudo para roubar a cena em “Fina Estampa”, próxima trama das 21h da Globo.

Em comum, além da faixa horária das novelas “Fina Estampa” sucederá “Insensato”, Eduardo e Crô são homossexuais assumidos. As semelhanças acabam aí.

O personagem que marca a volta de Marcelo Serrado à Globo, após quatro anos na Record, é um gay cômico. Fiel escudeiro da patroa, a ricaça esnobe Tereza Cristina (Christiane Torloni), o mordomo tem figurino hilário, fala e gestos afetados.

“Venho de uma leva de personagens intensos na Record, o Crô é totalmente diferente disso”, diz Serrado. “Obcecado pelo Egito, ele vai chamar a patroa dele de ‘sacerdotisa do Nilo’. É muito divertida a relação deles”, conta o ator. Caricato, Crô parece ser o sonho colorido da Globo no universo gay. Diverte e atende as minorias sem incomodar.

O personagem engrossa o time de Roni (Leonardo Miggiorim), o gay “coleguinha” de Natalie (Deborah Secco), que escapou dos cortes em cenas de temática homossexual na novela por ser a “bichinha engraçada”.

Crô e Roni passam longe do drama de Eduardo e Hugo (Marcos Damigo) em “Insensato Coração”, casal que teve várias cenas censuradas pela Globo.

Além de não protagonizar um beijo gay, Eduardo pode acabar sendo assassinado no folhetim.

Os autores fazem mistério, enquanto o ator defende a vida do personagem. “Ele não deve ser penalizado por ser gay”, diz Rodrigo.

O romance entre Hugo e Eduardo já causou bastante alvoroço, mas Rodrigo afirma que a reação do público nas ruas é positiva.

“A maior parte gostou do casal. Eu esperava sofrer preconceito, piadinhas, mas até as pessoas mais conservadoras aprovaram”, diz.

O casal é bem diferente dos gays retratados pela TV. Hugo e Eduardo são sérios e trabalhadores, bem distantes dos tipos caricatos e cheios de trejeitos.

Mesmo com o corte de algumas cenas, o ator considera que a trama tocou em pontos importantes. Segundo ele, por exemplo, ficou claro que o casal transou.

Rodrigo também faz questão de destacar: “A polêmica do beijo não se resume ao Eduardo. Toda vez que há um personagem gay de projeção essa questão surge. Há vários anos isso acontece e não é algo específico de ‘Insensato'”.

Agora, só resta torcer para que Hugo e Eduardo sobrevivam na novela e ganhem um lindo final feliz. Mas só com um aperto de mão.

 

Folha

 

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