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Equipe de Bolsonaro se divide sobre apoiar atos pró-governo

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Embora o próprio presidente Jair Bolsonaro tenha estimulado manifestações a seu favor, o ato marcado para o próximo domingo preocupa seus interlocutores mais próximos. A conta é simples. Se reunir menos gente do que na semana passada, quando milhares foram às ruas protestar contra o governo, a contraofensiva a favor de Bolsonaro pode representar "não um tiro no pé, mas um tiro na cabeça". Perder apoio das massas é algo fatal para um governo que tem no apoio popular sua arma para pressionar o Congresso. 

"Como não organizou uma base nos moldes do presidencialismo de coalizão, Bolsonaro está pendurado na rua. O problema é que o carisma de um líder é fugaz, não dura muito", resumiu o cientista político Paulo Kramer, que colaborou com o programa de governo de Bolsonaro.

Na semana passada, o presidente compartilhou em grupos de WhatsAppum texto que fala num País "ingovernável" fora dos "conchavos". Ao justificar o endosso à mensagem enviada, Bolsonaro disse, por meio de nota, esperar apoio da sociedade para "reverter essa situação".

O governo ainda não tem cálculo sobre quantas pessoas poderão aderir à convocação. A pauta diversificada – contra o Congresso, contra o Supremo, a favor da Previdência, em apoio ao governo – pode jogar contra. Um caminho seria reduzir a agenda ao apoio à reforma da Previdência, tirando o foco do presidente.

O time de Bolsonaro está dividido. Um grupo acha que o momento não é de estimular o confronto. Outro, que inclui a rede bolsonarista, defende partir para o "tudo ou nada".

G1

 


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