Depois do ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE, mais um paraibano está na disputa por um revelante cargo no judiciário brasileiro. O paraibano Eitel Santiago está na disputa pela vaga de procurador-geral, substituindo Rodrigo Janot.
Cerca de 1,2 mil procuradores do Ministério Público Federal vão escolher em eleição nesta terça-feira (27) os nomes que farão parte da lista tríplice para o cargo. O mandato do atual procurador-geral, Rodrigo Janot, termina em setembro.
A lista será enviada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (Anpr) para o presidente Michel Temer, a quem cabe a palavra final. Desde o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente indica para o cargo o nome mais votado da lista.
Além de Eitel, sete candidatos disputam o cargo: os subprocuradores-gerais da República Frederico Santos, Eitel Santiago, Ela Wiecko, Franklin da Costa, Mario Bonsaglia, Nicolao Dino, Raquel Dodge e Sandra Cureau (veja no final da reportagem o perfil de cada um).
Temer não é obrigado a escolher um nome da lista tríplice. No entanto, em maio de 2016, quando assumiu a Presidência da República, ele disse que manteria a tradição de escolher o nome mais votado na lista tríplice.
Nas últimas semanas, porém, de acordo com o blog da Andréia Sadi, aliados passaram a aconselhar Temer a não escolher o primeiro lugar ou até mesmo a escolher um nome de fora da lista. Isso porque, como o presidente é alvo de investigações da procuradoria, um nome ligado a Janot, segundo os aliados de Temer, poderia ser prejudicial ao Planalto.
Após Temer indicar um nome para assumir a PGR, o indicado será submetido a sabatina no Senado e precisará ter a indicação aprovada pelos parlamentares.
Eitel ingressou no Ministério Público Federal em 1984, sendo promovido a Subprocurador-Geral em 1996. Em 2005, foi nomeado Corregedor-Geral do Ministério Público e em 2014 assumiu o mandato de Vice-Presidente do Conselho do Ministério Público por dois anos. É graduado em Direito pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e professor de Ciência Política, Direito Constitucional e Direito Penal.
Recentemente Eitel Santiago, fez críticas posturas do atual mandatário, Rodrigo Janot. Em entrevista à Folha de São Paulo, Santiago avalia que os irmãos Wesley e Joesley Batista, donos da JBS, não poderiam ter um benefício tão grande e que o “Ministério Público se precipitou”. “Seria o caso de o Supremo Tribunal Federal olhar se não poderia rever essa delação. Esse acordo não merece os benefícios que tiveram”, diz.
PB Agora
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