Edilson agredindo Leandro (Redes Sociais/TV Globo) Leia mais em: https://veja.abril.com.br/cultura/edilson-e-expulso-do-bbb26-apos-agredir-leandro/
O jogo do BBB 26 acabou para Edílson Capetinha. Na manhã deste sábado (14), a produção do programa analisou as imagens e decidiu pela retirada do ex-jogador do programa. Edílson foi expulso do reality após uma briga acalorada na madrugada, em que ele cometeu agressão física contra o participante Leandro Rocha, conhecido como Leandro Boneco.
O desentendimento começou quando os dois participantes passaram a trocar xingamentos. O ex-jogador de futebol chamou o produtor cultural de “zé mané” e “otário”, enquanto Leandro rebateu chamando o adversário de “fuleiro”. Durante a discussão, os dois ficaram muito próximos fisicamente, e Leandro pediu para que Edilson se afastasse. Edílson se recusou, aumentando ainda mais a tensão no local.
A produção do BBB analisou as imagens das câmeras, chamou Edílson ao confessionário e anunciou a expulsão para toda a casa. Em nota oficial, a Globo confirmou que ele ultrapassou os limites e descumpriu as regras ao colocar em risco a integridade física de outro brother. Com essa expulsão, o BBB 26 já se tornou a edição com o maior número de desclassificações na história do programa, sendo essa a terceira por agressão na temporada.
O regulamento do BBB 26 é bastante rígido quando o assunto é agressão. Em linhas gerais, qualquer atitude que coloque em risco a integridade física de outro participante pode resultar em punições e até expulsão imediata.
Cinco participantes do BBB 26 saíram da casa sem passar pelo Paredão (ou seja, sem eliminação pelo voto popular). A edição já bateu recorde histórico de desclassificações/expulsões, com o programa somando essas seis baixas em apenas 34 dias de confinamento. Além de Edílson, confira os outros brothers que foram desclassificados do Big Brother Brasil 26;
O apelido “Capetinha” foi dado ao ex-jogador Edílson pelo narrador/apresentador Osmar Santos na época do Palmeiras (1993-1994). A alcunha surgiu para diferenciar o atacante do trio “EEE” (Edmundo, Evair, Edílson), apelidando-o pela irreverência, ousadia e por infernizar as defesas adversárias com dribles desconcertantes, agindo como um “capeta” em campo.
No podcast “Campeões da Resenha” apresentado por Rick Bolzani e Vampeta, Edílson explicou que o apelido surgiu devido ao trio de ataque marcou época no Palmeiras.
— Eu virei Capetinha em 1993. Porque tinha Edmundo, Edílson e Evair, era o trio “EEE” no Palmeiras. Aí o Edmundo virou “Animal”, o Evair virou o “Matador” e eu virei o “Capetinha”. Esse foi o trio de ataque de 1993 e 1994. Quem deu esse apelido pra gente foi o Osmar Santos — disse Edílson.
Fonte: Lance
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