Com novo trabalho na praça, o CD Vidas Para Contar, Djavan recebeu na quarta-feira (18) o Prêmio à Excelência Musical pelo conjunto de sua obra em 40 anos de carreira, no Grammy Latino, em Las Vegas. Feliz com a conquista, o artista de 66 anos contou ao jornal Extra que sua saúde – volta e meia citada pelos fãs e admiradores, devido aos visíveis tremores que ele apresenta – vai muito bem.
“Quando fico sem dormir direito, me dá isso. Não tem nada a ver com Parkinson. O médico chama de Tremor Essencial, e a causa é a carência de sono. É só eu dormir bem que isso passa. E tem fases em que eu durmo pouquíssimo, cerca de duas horas por noite. Mas parece que não adianta eu dizer que estou saudável, a internet continua disseminando o contrário”, disse Djavan ao jornal Extra.
O cantor ressaltou que mantém sua vida simples e reservada.
“Vivo assim há muito tempo. Tenho dois filhos pequenos (Sofia, de 14 anos, e Inácio, de 8) e procuro levar uma vida bem natural e perto deles, coisa que não consegui fazer com os três mais velhos (Flávia Virgínia, de 43 anos; Max Viana, de 42; João Viana, de 37, frutos de seu primeiro casamento). Levo e pego os dois na escola, vou a reunião de pais, faço dever de casa junto. Houve uma época em que eu saía mais, hoje em dia não. Minha vida é muito atribulada, tenho que organizar meu tempo para poder fazer as coisas de que gosto: trabalhar e cuidar do meu sítio em Araras (distrito de Petrópolis) e da família”.
O cantor enfatizou que não costuma nem mesmo ir a bares e restaurantes com música ao vivo.
“Não consigo. Sempre que viajo pelo Brasil e preciso sair para comer, evito lugares assim. Senão, me colocam para trabalhar, me chamam ao palco. Nego quer que eu cante uma, dez, 20. E é desagradável dizer não. Isso já aconteceu muito! Mas me dá orgulho saber que minhas músicas são cantadas e pedidas na noite há anos”.
Recentemente Djavan redescobriu a letra de Negro, composta em 1974, censurada na ditadura e perdida no tempo. O cantor lembrou que a música foi fruto de um episódio de racismo que ele foi vítima em São Paulo na época.
“Um policial me disse que eu ia preso só por ser preto. O preconceito é cultural. A sociedade é formatada para o branco, é administrada e conduzida por ele. O espaço que o negro tem é mínimo e, ainda assim, contestado. É uma luta que não tem fim. E a internet é um ambiente que traz à tona tudo isso”.
O Fuxico
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