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Brasileiro que trabalha próximo ao local de atentado em Barcelona

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 Um brasileiro que mora em Barcelona ficou cerca de três horas preso no escritório onde trabalha após o atentado que deixou 13 mortos e mais de 100 feridos nas Ramblas, região turística do Centro da cidade espanhola, nesta quinta-feira (17). “A polícia não deixou ninguém sair. O prédio inteiro estava fechado, não tinha como sair”, relatou o engenheiro de software Vinícius Scheidegger, que mora na Espanha desde 2016.

Uma van atropelou várias pessoas e a polícia da Catalunha confirmou que dois suspeitos foram detidos com possível relação com o atentado. O Estado Islâmico reivindicou o ataque. O presidente da Catalunha decretou 3 dias de luto em todo o território após o atentado terrorista em Barcelona.
“Estava todo mundo preocupado, até o pessoal liberar a gente. Você via a polícia com arma na mão, com metralhadora, escondida atrás das árvores, apontando para alguns lugares. Via as pessoas saindo, se rendendo, de um restaurante. Mas não dava pra saber muito o que tava acontecendo”, explicou Vinícius, sobre os momentos em que ficou impedido de sair do escritório.

O brasileiro contou que a região onde o atentado aconteceu fica sempre lotado, com aglomeração de pessoas, por ser uma região muito turística. “É ruim até pra almoçar, pra quem trabalha aqui. Eu imagino um cara correndo com uma van no meio de todo mundo, é muita gente”, comentou.
Uma brasileira que está fazendo turismo em Barcelona relatou à reportagem da TV Cabo Branco momentos de correria na cidade após o atentado que deixou 13 pessoas mortas e mais de 100 feridas na cidade, nesta quinta-feira (17). A professora e economista Elena Soihet estava em uma loja, dentro de um centro comercial, quando presenciou o desespero das pessoas.

“Muita gente veio correndo, muitos jovens, de todas as nacionalidade, correndo, chorando. As atendentes chorando, dizendo que teve um ataque terrorista”, lembrou.
Elena explicou que passou cerca de uma hora presa na loja, sem saber ao certo o que estava acontecendo. “Fecharam a loja e liberaram depois. Mas a gente só conseguiu chegar nessa rua aqui, perto da Catalunha, não conseguimos voltar para Rambla, que é onde o nosso hotel fica”, comentou.

Redação com G1

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