Após o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vir a público cobrar um maior empenho do governo pela reforma da Previdência, o presidente Jair Bolsonaro subiu o tom e, no Chile, afirmou que já fez sua parte e que “não vai entrar no campo de batalha” do Congresso Nacional.

Bolsonaro disse, conforme o jornal O Globo, não entender o “comportamento agressivo” de Maia.

As declarações causaram preocupação na equipe econômica e entre parlamentares.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, tenta atuar para apaziguar os ânimos.

O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), disse que vai recomendar “suco de maracujá e camomila” ao presidente e a Maia.

O globo

 


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