A associação de bares e restaurantes informou ao R7 que existe um acordo com os trabalhadores do setor para passar 35% do que se arrecada com gorjetas para o caixa do estabelecimento. O sindicato dos garçons e empregados do setor reconheceu que a prática é comum na regiõe metropolitana de São Paulo.
De acordo com a Abrasel-SP (braço da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em São Paulo), o dinheiro seria usado para bancar prejuízos comuns do dia a dia – como copos e pratos quebrados e talheres danificados. Além disso, o repasse seria uma “pressão” para o garçom conservar os materiais da empresa, diz o diretor jurídico da entidade, Percival Maricato.
O presidente do Sinthoresp (Sindicato dos Trabalhadores em Hospedagem e Gastronomia de São Paulo), Francisco Lacerda, alega que a parceria realmente existe, mas considera abusiva a quantia no caso de empresas menores.
– Depois de vários debates, chegamos a admitir o repasse dos 35% do que é arrecadado para os estabelecimentos. Mas no caso das empresas menores, 35% é muito dinheiro. Existe um projeto de lei no Congresso que limita o repasse a 20% do total.
Vale lembrar que o consumidor não é obrigado a pagar os 10% do garçom. Segundo Maricato, “a gorjeta é uma tradição mundial. É espontânea e premia a eficiência e a gentileza do garçom”.
R7
O deputado estadual Hervázio Bezerra oficializou, nesta sexta-feira (03), sua saída do PSB e o…
Faleceu nesta sexta-feira (03), aos 79 anos, Maria dos Prazeres, mãe do vereador de João…
O prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), renuncia ao cargo neste sábado (04). A solenidade…
A Polícia Civil da Paraíba cumpriu, nessa sexta-feira (03), dois mandados de prisão preventiva contra…
Um ataque a tiros deixou dois homens mortos e outros dois feridos na madrugada desta…
O coronel Sérgio Fonseca, ex-comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba, oficializou na tarde desta sexta-feira…